ECONOMIA

De prego a barata: 10 corpos estranhos já encontrados em marcas famosas



O goiano Wilson Batista, de 46 anos, espera receber R$ 10 mil da Coca-Cola do Brasil por ter adoecido após ingerir o refrigerante supostamente contaminado por restos de rato. O caso caminha na Justiça, mas a fabricante da bebida nega a culpa, alegando não haver chance de roedores terem entrado em sua fábrica.

O caso é um dos diversos que tramitam na Justiça brasileira por causa de objetos encontrados em embalagens de alimentos industriais. As empresas, por sua vez, quase sempre recusam a responsabilidade, e muitas vezes sugerem fraude das supostas vítimas.

Veja 10 casos de corpos estranhos já encontrados em alimentos industrializados no Brasil:

CIGARRO EM REFRIGERANTE – Há cerca de um ano, uma mulher foi recompensada em R$ 8 mil por ter encontrado o objeto dentro de uma garrafa da bebida.

PREGO EM CROISSANT – A rede de supermercados Zaffari foi condenada a indenizar um cliente em R$ 2 mil após ele encontrar um prego em seu croissant de calabresa.

BARATA EM LANCHE – Em Fortaleza, o McDonald's foi condenado a pagar R$ 15 mil a uma mulher que encontrou pernas e asas de barata em seu cheeseburguer.

VIDRO EM OVO DE PÁSCOA – A Nestlé foi condenada a indenizar em R$ 12 mil duas crianças que cortaram a boca ao ingerir o produto.

RATO EM PIPOCA – Mãe e filho receberam R$ 10 mil em Minas Gerais por encontrar um rato morto em um pacote de pipoca doce.

UNHA EM BOLACHA – Uma consumidora venceu na Justiça paulista o direito a indenização por danos morais após encontrar um pedaço de unha no recheio de uma bolacha.

MOSCA NO SALAME – A rede de supermercados Bistek foi obrigada a pagar R$ 20 mil a um homem que ofereceu fatias do produto contaminado pelo inseto a clientes de seu café.

CARNE NA MARGARINA – Uma nutricionista processou uma marca de margarina após encontrar um pedaço de carne no produto, ao fazer uma receita.

PAPEL DE BALA EM BEBIDA – Um homem recebeu R$ 6,6 mil da fabricante do guaraná Kuat após deparar-se com o objeto estranho em seu refrigerante.

LARVAS EM BROA DE MILHO – Um supermercado paulista teve que pagar R$ 9,3 mil a uma cliente que ingeriu metade da criatura ao consumir o produto.

Fonte: iG
Foto: Reprodução/ Thinkstock

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