Economia: Empresas de Eike serão julgadas pela CVM nesta quarta no Rio

Empresas de Eike serão julgadas pela CVM nesta quarta no Rio



Quatro empresas do grupo do empresário Eike Batista serão julgadas nesta quarta-feira (18), na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), no Rio. De acordo com a CVM serão cinco julgamentos de manhã e à tarde, no qual o empresário é réu em quatro deles. Os inquéritos administrativos que apuram irregularidades nas empresas Eneva (ex-MPX) LLX, CCX e OGX. Os inquéritos tratam de uso de informação privilegiada e falha no dever de informar fatos relevantes sobre a situação das empresas.

Caso seja o empresário seja condenado, as punições previstas vão de advertência a multas e proibição de atuar no mercado.
A partir das 10h, será julgado o processo que apura a eventual responsabilidade de Eike Batista, na qualidade de acionista controlador da MPX Energia S.A. (Eneva).

Também às 10h, Eike é um dos quatro réus no processo que apura responsabilidade na administração de LLX Logística S.A. Além dele, estão no processo, Otavio de Garcia Lazcano, Eugenio leite de Figueiredo e Claudio Dias Lampert.
O julgamento da OGX Petróleo e Gás Participações S.A. está marcado para as 15h. O processo visa apurar eventual responsabilidade dos administradores Roberto Bernardes Monteiro, administrador da empresa e de José Roberto Penna Chaves Faveret Cavalcanti, Luiz Eduardo Guimarães Carneiro, Paulo de Tarso Martins Guimarães, Reinaldo José Belotti Vargas, Aziz Ben Ammar e Eike Batista, como acionista e administrador.

O outro julgamento das 15h, da CCX Carvão da Colômbia S.A. tem como réus, além do empresário, José Gustavo de Souza Costa, Leonardo Pimenta Gadelha, Eduardo Karrer, Samir Zraick, Aziz Ben Ammar, Luiz do Amaral de França Pereira e de Rodolfo Tourinho Neto.

As investigações da CVM serviram como base para a elaboração da denúncia apresentada pelo Ministério Público do Rio contra o empresário, em setembro de 2014. Eike é réu em duas ações penais na Justiça Federal do Rio acusado dos crimes de manipulação de mercado e uso de informação privilegiada.

Fonte: G1
Foto: Janaína Carvalho/ G1
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